sábado, 11 de julio de 2015

"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro - LGBT Estreno - Francisco Huertas Hernández





"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014)
Daniel Ribeiro



"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro





 ""Hoje Eu Quero Voltar Sozinho" (en español, "Hoy quiero volver solo"), llamada "A primera vista" en España, es una película brasileña escrita y dirigida por Daniel Ribeiro que se estrenó el 10 de abril de 2014.


"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro
Trailer


 
"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro



 Fue protagonizada por Ghilherme Lobo, Fabio Audi y Tess Amorim, quienes volvieron a interpretar sus mismos papeles de "Eu Não Quero Voltar Sozinho" ("Hoy no quiero volver solo"), corto de 2010, también escrito y dirigido por Ribeiro, en el cual está basado la película.


"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro
Premios cosechados por todo el mundo



 Se presentó en el Festival Internacional de Cine de Berlín de 2014, donde obtuvo el galardón a la Mejor Película por la Federación Internacional de Críticos de Cine (FIPRESCI) y el Teddy Award por Mejor Película con temática o personajes LGBT; también se presentó en el Festival Internacional de Cine en Guadalajara donde obtuvo el Premio del Público en Infinitum por mejor película.


"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro
Premios


 
 En junio de 2014 se presentó en el Festival Internacional de Cine LGBT de San Francisco donde recibió el Frameline38 AT&T Audience Award por Mejor Película y en el Festival de Cine Peace & Love de Suecia donde se llevó los premios a Mejor Película, tanto el que entregó el jurado como el que entregó la audiencia. El 18 de septiembre de 2014 se confirmó que la película fue seleccionada por el Ministerio de Cultura de Brasil para que participara como posible candidata de dicho país en la categoría de "Mejor Película Extranjera" en los Premios Oscar" (Wikipedia)


"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro
"A primera vista"
Estreno: "Palacio de la Prensa". Madrid (España)
7 de julio de 2015




Hoje eu quero voltar sozinho (The Way He Looks)
2014
97 min.
Brasil 

Director: 
Daniel Ribeiro


Daniel Ribeiro


Guión: 
Daniel Ribeiro

Fotografía: 
Pierre de Kerchove


Pierre de Kerchove


Intérpretes:
Ghilherme Lobo, Fabio Audi, Tess Amorim, Selma Egrei, Eucir de Souza, Naruna Costa, Júlio Machado, Isabela Guasco, Lúcia Romano, Victor Filgueiras


Fabio Audi, Ghilherme Lobo, Tess Amorim y el director Daniel Ribeiro
"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro
Elenco no Festival de Berlim
10 fevereiro 2014



Productora: Lacuna Filmes

Género: 
Drama. Romance | Adolescencia. Discapacidad. Homosexualidad

Fabio Audi, Tess Amorim, Ghilherme Lobo y el director Daniel Ribeiro
"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro





Sinopse:

"A história gira em torno de Leonardo (Ghilherme Lobo), um estudante do ensino médio cego lutando por independência. No início do filme, ele e sua melhor amiga Giovanna (Tess Amorim) estão discutindo o fato de ambos nunca terem beijado ninguém. Léo está especialmente angustiado porque ele quer que seu primeiro beijo seja especial, mas não acredita que alguém queira beijá-lo. Quando o dia termina, Giovanna guia Léo até a casa dele, com o garoto segurando o braço dela. Ela abre a porta — algo que faz regularmente, apesar de sua casa ficar duas quadras na direção oposta. Léo chega em casa e sua mãe expressa preocupação com sua pele queimada pelo sol, questionando também a ideia de deixar o rapaz sozinho em casa enquanto os dois pais estão fora. Léo insiste que ele vai ficar bem, e sua mãe concorda, sob certas condições. Léo e Giovanna voltam à escola depois das férias de verão e seu colega de classe Fábio (Pedro Carvalho) faz piada com o som alto que a máquina de escrever de Léo faz. Quando sua professora pede a Fábio para sentar-se na carteira vazia atrás de Léo, Fábio se recusa, argumentando que ele terá que ajudar Léo constantemente enquanto ficar lá. Então, um novo aluno chamado Gabriel (Fábio Audi) chega e toma o lugar vazio atrás de Léo.
 Giovanna manifesta interesse em Gabriel rapidamente, mas fica consternada quando Karina, que flerta com todos, começa a persegui-lo. Léo e Giovanna aproximam-se de Gabriel e ele se junta aos par em sua jornada a pé para casa. Um dia, Léo caminha da escola para casa sozinho com uma bengala, e Fábio e seus amigos zombam dele, fazendo movimentos em torno de sua cabeça, que Léo não pode ver. Ele tropeça e cai, mas logo se levanta e rapidamente os deixa, zangado. Ele chega em casa muito mais tarde do que é habitual, e seus pais estão muito preocupados. Leonardo expressa sua irritação com a natureza superprotetora de ambos, explicando que ele não quer ser tratado de forma diferente por causa de sua deficiência. Mais tarde, Léo expressa seu interesse em estudar no exterior para Giovanna, de modo a deixar para trás o tipo vida que leva em sua casa. Os jovens vão a uma agência de intercâmbio para obter mais informações, mas primeiro a agente deve falar com seus responsáveis legais (com os quais Léo não falou sobre seu interesse em ir para outro país). Léo e Gabriel vão na casa de Giovanna e, quando é hora de ir embora, Gabriel insiste em levar Léo de volta, visando facilitar as coisas para a garota. Ela está relutante e visivelmente chateada, mas concorda. Em outro dia, um projeto na escola requer pares do mesmo sexo, e, desta forma, os rapazes formam dupla, em detrimento de Giovanna. Depois, os dois vão almoçar juntos, e Gabriel se sente envergonhado por fazer perguntas sobre vídeos da internet e idas ao cinema, coisas que Léo não pode fazer por causa de sua cegueira. Entretanto, Leonardo manifesta interesse nisso e ambos vão ver um filme, com Gabriel sussurrando os acontecimentos ao outro o tempo todo. Enquanto trabalham no projeto, alguns dias depois, Léo tenta ensinar Braille ao mas Gabriel, que acha que é impossível aprender.


"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro
Leonardo (Ghilherme Lobo)




 Os meninos fogem numa noite para assistir a um eclipse lunar, e Gabriel tenta explicar como o fenômeno funciona, usando pedras em sua explanação. No caminho para casa, Gabriel percebe que deixou seu casaco na casa do amigo e pede que ele o traga no dia seguinte. Léo concorda; entretanto, naquela noite, ele cheira a peça de roupa e a coloca em si mesmo antes de dormir. A agência de intercâmbio liga para Léo falando de uma agência norte-americana especializada em alunos cegos, mas eles ainda precisam da aprovação dos pais do estudante. Léo mente, dizendo que seus pais estão viajando. Gabriel fica substituindo Giovanna como guia até a casa de Léo, e ela fica com raiva quando, um dia, eles vão para casa sem ela. Os rapazes a esperam no dia seguinte, mas ela finge que não os vê. Leonardo finalmente confessa seu interesse de viajar ao exterior para seus pais e eles desaprovam tal ato, em caráter definitivo. Pouco depois, a sós, o pai aborda Léo, questionando os reais motivos desta viagem, e os dois se entendem. Em outro dia, os três amigos vão para uma festa na casa de Karina. Giovanna evita Léo, ainda com raiva dele, e fica bêbada com Gabriel, confessando que ela sente que foi substituída na vida de Léo e que o garoto não iria mais sentir sua falta se ele fosse para o exterior — assunto de que Gabriel ainda não sabia nada. Giovanna beija Gabriel, mas ele não retribui. Enquanto isso, Léo relutantemente se une a um jogo de girar a garrafa. Quando esta aponta para Léo, Fábio rapidamente agarra o cão de Karina para tentar fazer Léo beijar o animal ao invés de uma pessoa de verdade. Giovanna arrasta Léo para fora da festa antes que aconteça alguma coisa e ele, sem saber de nada, fica irritado isso. Giovanna se enfurece e vai embora. Em seguida, Gabriel insiste para levar Léo em casa, mas Léo explode de raiva, dizendo que ninguém quer deixá-lo beijar alguém. Diante disso, Gabriel o beija e sai rapidamente.
A escola vai em uma viagem de acampamento, e Léo senta-se sozinho no ônibus, uma vez que Gabriel está ao lado de Karina. Gabriel se aproxima de Léo no parque do acampamento e admite que estava tão bêbado que não se lembra de nada da festa de Karina, incluindo o beijo, que Léo não cita. Naquela noite, Giovanna e Léo se reentendem, e eles ficam bêbados juntos. Leonardo acaba admitindo que está apaixonado por Gabriel. A garota demonstra-se cética no início, mas depois lhe dá apoio quando eles retornam da excursão. Gabriel visita Léo em sua casa, e quando Leonardo pergunta se ele ficou com Karina, Gabriel admite que ela tentou, mas que ele recusou por já gostar de outra pessoa. Ele também confessa que está apaixonado por Léo e que, na verdade, se lembra do beijo depois da festa, mas que tem dúvidas sobre a reação de Léo a estes sentimentos. Leonardo responde beijando Gabriel. Algum tempo depois, os dois apresentam o seu projeto escolar e vão para casa com Giovanna, Léo de braço dado com Gabriel. Fábio e seus amigos zombam da aparência homossexual do relacionamento dos garotos, não sabendo a verdade, e Léo muda de posição para que ficar de mãos dadas com Gabriel — o que gera tanto choque quanto desapontamento nos amigos de Fábio. A cena final do filme é Léo andando de bicicleta com Gabriel empoleirado na roda traseira, ajudando-o." (Wikipedia)


"Hoje eu quero voltar sozinho" (2014). Daniel Ribeiro




viernes, 10 de julio de 2015

Omar Sharif y Alicante. عمر الشريف - Paco Huesca García. Alicante. España



Omar Sharif y Alicante
عمر الشريف


Paco Huesca García

Programador, cinéfilo, empresario cinematográfico y promotor cultural

Alicante (España)






"L'Île Mystérieuse / La Isla misteriosa y el capitán Nemo / Die Geheimnisvolle Insel" 
"The mysterious island" (1973). Juan Antonio Bardem. Henri Colpi
TV Mini Serie
عمر الشريف
Michel Demitri Chalhoub (Omar Sharif) (1932-2015)
Interpretando al Capitán Nemo




 Con motivo de la muerte de Omar Sharif (عمر الشريفno estaría de más recordar que la versión de "La isla misteriosa" (1973) -una serie de Juan Antonio Bardem-, tuvo sus localizaciones en Camerún, Madrid, Lanzarote y Alicante.



"L'Île Mystérieuse (1973). Juan Antonio Bardem. Henri Colpi


"La isla misteriosa" (1973). Juan Antonio Bardem. Henri Colpi



Teleprograma nº 540
9-15 agosto 1976
Omar Sharif como "Capitán Nemo"




 En principio fue una serie para televisión con seis capítulos de 60 minutos cada uno. Más tarde se hizo un refrito para el cine que se convirtió en una más que mediocre adaptación del original de Julio Verne.



"The Mysterious Island of Captain Nemo" (1973). Juan Antonio Bardem. Henri Colpi



 Probablemente lo peor que haya filmado jamás Bardem, y con un Omar Sharif absolutamente nada creíble en el papel del capitán Nemo, muy lejos de sus Globos de Oro en "Lawrence de Arabia" o "Doctor Zhivago".



"Lawrence of Arabia" (1962). David Lean
Omar Sharif como Sherif Ali ibn el Kharish


"Doctor Zhivago" (1965). David Lean
Omar Sharif como Yuri Zhivago 



 Fue una coproducción entre España-Italia-Francia y Camerún donde se encontraban en el reparto actores europeos y españoles como Gérard Tichy y Rafel Bardem Jr.



"La isla misteriosa" (1973). Juan Antonio Bardem. Henri Colpi



 La película contó en su estreno con 1.287.016 de espectadores y una recaudación total de 74.087.934 pesetas. Que Alá le tenga en su gloria.



"La isla misteriosa" (1973). Juan Antonio Bardem. Henri Colpi
Cartel del Cine Capitol, probablemente de Barcelona



"Doctor Zhivago" (1965). David Lean
Omar Sharif como Yuri Zhivago 


"The Martian" (2015). Ridley Scott: Estreno en octubre - Francisco Huertas Hernández




"The Martian" (2015)
Ridley Scott


Estreno en octubre


"The Martian" (2015). Ridley Scott



 El 16 de octubre se estrena "The martian" ("Marte", en España) de Ridley Scott.


"The Martian" (2015). Ridley Scott
Set



 Las películas "espaciales" han regresado con fuerza en los últimos años: "Interstellar" (2014), "Gravity" (2013), "Europe Report" (2013), "Prometheus" (2012), "Love" (2011), "Moon" (2009), "Pandorum" (2009),  "Wall-E" (2008), "Sunshine" (2007), y secuelas y episodios varios de "Star Trek" o "Star Wars".

 Scott ya había entregado "clásicos" como "Alien" (1979) y "Blade Runner" (1982). Así, que, en cierta forma, regresa a un género que le es querido, bien que de moda entre el público.


"Alien" (1979). Ridley Scott



 El cine del espacio tiene siempre un referente insoslayable que, últimamente, todos quieren superar, sin conseguirlo: "2001: A Space Odyssey" (1968) de Stanley Kubrick, un filme en el que la tecnología aún estaba al servicio de la poesía visual, la capacidad filosófica y el estilo. Esta superproducción británica del director neoyorkino quedó, absolutamente en todos los sentidos, como el modelo de este género cinematográfico.


"2001: A Space Odyssey" (1968). Stanley Kubrick



 En Ridley Scott, como en la mayoría de directores, predominó más el enfoque psicológico que el metafísico o cosmológico de Kubrick. Para el espectador es más fácil el proceso de identificación con sentimientos y conductas de otros humanos que enfrentarse a las grandes preguntas por el origen de la humanidad, el sentido del universo, o la presencia divina.


"The Martian" (2015). Ridley Scott


 "The Martian" es una película robinsoniana. El náufrago de Defoe ya no está en una isla sino en un planeta hostil: Marte. Este náufrago es un astronauta, Mark Watney, y deberá sobrevivir en el planeta de la guerra, con su ingenio y su instinto de supervivencia.


"The Martian" (2015). Ridley Scott
"People" exclusive




"The Martian" 
2015
Estados Unidos

Director: Ridley Scott



Ridley Scott
Rodando "The Martian"


Guión: Drew Goddard (Novela: Andy Weir)

Música: Harry Gregson-Williams



Harry Gregson-Williams



Fotografía: Dariusz Wolski



Dariusz Wolski



Intérpretes:
 Matt Damon, Jessica Chastain, Kate Mara, Chiwetel Ejiofor, Kristen Wiig, Jeff Daniels, Sebastian Stan, Mackenzie Davis, Michael Peña, Sean Bean, Donald Glover, Aksel Hennie, Mark O'Neal, Brian Caspe



"The Martian" (2015). Ridley Scott



Productora: Twentieth Century Fox / Scott Free

Género: Ciencia ficción | Aventura espacial. Supervivencia. 3-D

Sinopsis:
 Durante una misión tripulada a Marte, el astronauta Mark Watney es dado por muerto tras una feroz tormenta y es abandonado por su tripulación. Pero Watney ha sobrevivido y se encuentra atrapado y solo en el planeta hostil. Con suministros escasos, deberá recurrir a su ingenio y a su instinto de supervivencia para encontrar la manera de comunicar a la Tierra que él está vivo. (FILMAFFINITY)


Estreno en USA y España: octubre 2015




jueves, 9 de julio de 2015

Alicante sí programó cine independiente - Paco Huesca García. Alicante. España



A los que pontifican

Alicante sí programó cine independiente
Cinefilia vs. Videofilia



Paco Huesca García

Programador, cinéfilo, empresario cinematográfico y promotor cultural

Alicante (España)






Programa de Festival "Cinemalacant". 1997
Primeros Encuentros: Alicante y el Cine
Del 27 de noviembre al 4 de diciembre de 1997
Minicines "Astoria"
Organiza: Francisco Luis Huesca García (Paco Huesca)
Alicante (España)
Portada



 Estoy harto, cansado, aburrido de leer y volver a leer a los que pontifican cual plañideras falsas de pacotilla ese buen cine diferente que se extingue en nuestra ciudad como la larga agonía de los peces fuera del agua. Y, como para todo, en este caso concreto también, no debemos perder nuestra memoria histórica -tan de moda ahora- incluso la cinematográfica.

 Algunos pontificadores de la cosa -y de la causa- que se han erigido en los enarboladores del cine independiente, y que, cuando lo había ni siquiera se acercaban a verlo, me resulta más que extraño, singular. Uno de ellos, desde las páginas de INFORMACIÓN , escribe que Alicante tiene el privilegio de poder ver "películas selectas de aquella cartelera de los cines Babel y Albatros de Valencia". Luego da las gracias a todas las empresas exhibidoras en Alicante por exhibir cierto cine. Y acaba sentenciando que "las delicatessen se pueden extinguir, no por falta de títulos sino que dependerá del personal".

 A este señor, que, por cierto, no es oriundo de la capital, le diría que a través de los tiempos alicantinos empresas cinematográficas alicantinas apostaron por este tipo de cine, arriesgando. No sé si recordará el Casablanca, Novedades y los Astoria, que en tiempos diferentes fueron "sede" de este tipo de cine al que se refiere en su artículo. No hay que irse a Valencia: lo teníamos en nuestra ciudad. Lo malo es que ahora pueden durar dos, tres días o permanecer una semanita en un pase como escondido, o ni se las espera, como tantos títulos.


Cines "Casablanca"
Multisalas
Calle Ángel Lozano, 9
Alicante
Foto de Lorenzo Guardiola



 Luego, hace una disquisición entre demografía y cinefilia. Pues si, una ciudad como Alicante con 400.000 habitantes debería tener una cultura a nivel de ciudad europea. Pero como dice Garci "igual se ha producido un cambio de la cinefilia por la videofilia". Ir al cine con zapatos o verlo en zapatillas, como decía Berlanga. En mi época -que no es la de antes de la guerra- los cinéfilos éramos transhumantes, cruzábamos la ciudad en busca de cada cine. 

 El videófilo es sedentario y gradúa la intensidad, el color... es un profesional. Cuando se cierran las salas se deja de acudir en masa. El cine lo fue todo para algunas generaciones. Una vida de repuesto. Garci en su libro "Las 7 maravillas del cine" afirma "una gran película puede equipararse a una obra de Shakespeare porque las dos tienen vocación de eternidad".


Programa de Fundación Caja Mediterráneo
"Aguas tranquilas"
"2つ目の窓"  ("Still the water") (2014). 河瀨直美
Aula de Cultura de Banc Sabadell
Alicante: sábado 25 de abril de 2015


 Y para terminar -el crítico- habla de la Cineteca de la Fundación CAM augurándole el fracaso por la escasa cinefilia... alicantina. Podría ser... Pero, mire usted, la misma que tenía usted cuando tenía abiertos los Astoria, que se le veía mas bien poco, muy poco.
 Sr. Sempere, a veces, se puede ser cruel sin pretenderlo.

Antonio Sempere Bernal
Periodista, escritor y crítico cinematográfico